Foi um retorno triunfal após 7 anos de hiato: o Bananada #21, festival que não ocorria desde 2019, teve mais de 100 atrações e mobilizou público significativo, ocupando alguns dos principais points goianienses como os centros culturais Martim Cererê e Oscar Niemeyer, além do Shiva Alt Bar.
Nos últimos dias, entre 18 e 23 de Agosto de 2026, Goiânia esteve no epicentro da cultura alternativa em terra brasilis, não apenas com grandes shows de artistas e bandas gigantes no cenário nacional – Gaby Amarantos, Baiana System, Arnaldo Antunes, Tulipa Ruiz etc. – mas também oferecendo espaço de expressão pro que desponta de mais interessante dentre as novidades – Jadsa, Mateus Fazeno Rock, MC Taya, e por aí vai.
Atrações da cena local de destaque incluíram os Boogarins tocando Clube da Esquina, a vocalista Salma Jô (da finada Carne Doce) estreando em carreira-solo, os irmãos Flávia Carolina e Dinho juntos, o stoner da pesada de Hellbenders e Black Drawing Chalks, o rock alternativa viajado e psicodélico da Banana Bipolar, dentre outros.

A costura com a Atac (Associação dos Trabalhadores em Arte e Cultura), que opera a Casa Território, também demonstra que entramos numa nova fase de elaboração da cultura fora-do-eixista e colaborativa, com a emergência de plataformas como a Rede Floresta Ativista, entidades que prometem ter um porvir bacaníssimo. O Bananada serviu como ocasião para divulgação e articulação de iniciativas como SOM DE GOIÁS e CIRCUITO CERRADO DE FORMAÇÃO NINJA.

Na Arena Bananada no Niemeyer, fui conhecer o estande SOM VC e me informei melhor sobre tantas destas propostas que parecem a nova encarnação das tecnologias sociais propostas pelo Fora-do-Eixo lá atrás.
As fotos das muvucas (postei algumas no Insta) no Bananada são índices da capacidade mobilizadora do evento e também do entusiasmo do público, que compareceu em peso ao Cererê em plena terça-feira braba, quando o festival teve seu pontapé inicial. Nesta noite de cardápio preparado em parceria com Festival Do Sol, a cultura alternativa provou-se mais uma vez efervescente cá no Cerrado, com uma bela ponte colaborativa que foi armada unindo Goiânia e Natal, com muitos convidados também de outras latitudes. Fotos por A Casa de Vidro Ponto de Cultura durante os shows de Black Drawing Chalks, Camarones Orquestra Guitarrística, Zepelim e o Sopro do Cão, Dirty Grills, Hellbenders etc.


Uma parcela da egrégora dos @fritosdaterra no C.C.O.N. com a satisfação na cara de quem acabou de desfrutar da Jadsa e está prestes a curtir Baiana System.
DE SEXTA A DOMINGO NO OSCAR NIEMEYER – ESTIVEMOS NO DOMINGO


BAIANA SYSTEM


A cantora, compositora, produtora musical e guitarrista baiana Jadsa (pt.wikipedia.org/wiki/Jadsa ), nascida em Salvador em 1995, trouxe o espetáculo “Big Buraco” para o Palácio da Música repleto! #FestivalBananada2026: https://youtu.be/weiFutKSrDk?si=Aed7SRfAzfrI7rXx.
TUYO

Comemorando 10 anos de carreira, o trio paranaense Tuyo (pt.wikipedia.org/wiki/Tuyo_(banda)), com seu folk-pop suave, convocou a participação de Bruna Mendez, cantora-compositora de nossa cena goianiense, naquilo que foi o auge de um show meio morno – eis o clipe da ocasião no canal d’A Casa de Vidro #FestivalBananada2026: https://youtu.be/orhIWDiLTL4?si=9uoxLCiwLVG7D9h-
TÁSSIA REIS

MATEUS FAZENO ROCK (Fortaleza/CE) – Domingo – CCON
CAMARONES (NATAL/RN)

ZEPELIM E O SOPRO DO CÃO (Campina Grande – PB)

DIRTY GRILLS
Eis @dirty.grills (duo de noisy-rock antifa lá de Floripa) fazendo sua sonzeira. 18/08, Terça Feira, no Cererê.
HELLBENDERS
BLACK DRAWING CHALKS
AGNOIZZE

OUTROS
Publicado em: 24/08/26
De autoria: Eduardo Carli de Moraes educarlidemoraes
A Casa de Vidro Ponto de Cultura e Centro de Mídia